Ontem deixei Bruxelas porvolta das 14:30 em direção a Epernay. Depois de perder mais de meia hora me perdendo em Charleroi, decidi mudar o itinerário para incluir estradas com pedágio. Não as estava evitando de pão duro, é que é um perrengue pegar tickets e pagar o pedágio na França quando você está dirigindo sozinho do lado direito...
Cheguei em Epernay por volta das 18:30. Reservei um hotel baratinho do lado "errado" da linha do trem para reconhecer o local. As instalações são bem decentes, considerando que paguei apenas €47 por noite. Ainda não experimentei o petit dejeuner mas por €4.80 o serviço de buffet não espero muita coisa. Devido ao baixo custo os outros hóspedes são na maioria builders e outras pessoas a trabalho sem muito budget para acomodação.
Após descarregar as malas e guardar meus documentos no porta-malas do carro (pois o quarto não possui cofre), troquei de roupa e atravessei a linha de trem para descubrir a cidade. Epernay é uma cidade pequena e muito quieta mas leve em consideração que era uma segunda-feira. Todo o comércio estava fechado com a excessão de um punhado de restaurantes e bares.
Chegando à Praça da República pude ver uns 3 ou 4 estabelecimentos abertos. Cruzei para chegar à Avenue de Champagne, onde há alguns anos atrás tive o prazer de almoçar na Résidence de Trianon que foi um dia usada por Napoleón Bonaparte para férias de verão e agora é possuída pela Moet Chandon (o almoço teve o cardápio preparado para acompanhar os champagnes servidos, todos Dom Perignon). Após algumas fotos que não tive a oportunidade de tirar quando estive lá antes, voltei à minha procura de um restaurante para jantar.
Finalmente encontrei um restaurante muito bom chamado Le Theatre (e que ficava aberto até as 22:30 - note que fecha nas quartas para a janta) onde fui servido um amuse bouche de camaroes com tomates (incluir foto), salada de lagosta com fois gras de entrada e magret de canard com cerejas como prato principal, tudo acompanhado de champagne local (Venoge Brut) e Badoit. Para terminar um prato de queijos e meia garrafa de St Estephe.
O garçon me indicou um lugar para tomar champagne que foi muito bom. Experimentei 6 champagnes diferentes, servidas em taças de 10 cl e saí com uma garrafa da que mais gostei (Taillet Brut). O bar a champagne faz parte de um otel e possui uma loja de artigos relacionados a champagne e também uma adega com uma boa variedade de champagnes, todas à venda. Detalhe: o garçon, muito simpático, bebia quase tanta champagne quanto eu, a cada dose que ele servia para mim, servia uma para ele também.
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